MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO on Instagram

Avatar

@masp

Museu de Arte de São Paulo

Estamos abertos! Av. Paulista 1578, São Paulo sábado-domingo, 10h-18h terças grátis, 10h-18h quarta-sexta, 12h-18h

Local Events


732.4K Followers

203 Follows

4,576 Posts

Brazil

Recent stats

Based on last 12 posts

Avg. Likes

6,987

Avg. Comments

105

Engagement Ratio
0.97%

Top @Mentions
  • @masp 729
  • @adrianopedrosa 131
  • @guilhermegiufrida 55
  • @tomastoledo 55
  • @fernando_oliva33 36

Top #Hashtags
  • #acervomasp 189
  • #MASPemcasa 136
  • #tarsilapopular 96
  • #tarsiladoamaral 92
  • #maspdesenhosemcasa 47

Weekly Activity

Followers


Followers Increase


Follows

Latest photos and videos

2.2K 29

3 hours ago

exposições: ‘Degas’ Por meio de sua obra, o pintor francês Edgar Degas (1834-1917) sempre se manteve num ambíguo lugar de tensão entre a tradição da história da arte europeia e a modernidade. Na mostra ‘Degas’, o MASP apresenta a coleção completa de 73 esculturas do pintor francês, todas pertencentes ao acervo do museu, além de uma pintura e dois desenhos em pastel. Em diálogo com as obras do artista, também estão expostas 15 fotografias de @sofiadborges, que as reinterpreta de maneira radical e concebe novas imagens para os bronzes. No áudio, @fernando_oliva33, curador, MASP, explana a respeito da relação entre os pastéis de Degas com seus minuciosos estudos sobre o movimento dos corpos das bailarinas e o desenvolvimento do chamado gênero 'toilette'. Edgar Degas 1. ‘Mulher enxugando a perna esquerda’ , 1903, doação Henryk Spitzman-Jordan, 1952 2. ‘Mulher enxugando o braço esquerdo (após o banho)’, circa 1884, doação Geremia Lunardelli, 1952 ‘Degas’, até 1.8.2021 no @masp, patrocínio master @bradesco Visite o site cultura.bradesco/degas para assistir a um vídeo sobre algumas obras do Degas no acervo do museu #maspexposições #edgardegas #degas

2.4K 22

1 day ago

tbt Em agosto de 1970, Lina Bo Bardi (1914-1992) transformou os espaços do MASP em um grande palco para 3 mil pessoas. Poucos meses depois da instauração do AI-5, em 13 de dezembro de 1968, Bo Bardi criara a arquitetura cênica para o polêmico e animado 5º Congresso Internacional de Psicodrama. Após mergulhar em livros emprestados pelos psicodramatistas, Bo Bardi se identificou com o caráter libertário do pensamento do psicólogo estadunidense de origem romena Jacob Levy Moreno (1889-1974). Tendo chegado à maturidade incorporando a visão política romântica e revolucionária da contracultura brasileira da época, a arquiteta embarcou na aventura com entusiasmo. Seu projeto para o congresso, assim como os vários desenhos que produziu para o MASP e o terraço do Trianon, solidificaram a crença que ela vinha desenvolvendo desde os anos 1950 de que o ser humano, e não a dimensão geométrica e física da arquitetura, é o protagonista do espaço. Em suas palavras, ‘um templo, um monumento, o Parthenon ou uma igreja barroca, existem em si mesmos por seu peso, sua estabilidade, suas proporções. Porém, até que uma pessoa entre no prédio, suba seus degraus e se aproprie do espaço em uma “aventura humana” que se desenvolve no tempo, a arquitetura não existe’. Assim, o MASP se transformou, durante a terceira semana daquele agosto de 1970, em um palco da vida privada e pública, uma espécie de catarse psicológica e política naquele duro momento. Uma década antes, durante sua estada em Salvador, a amizade e colaboração de Lina Bo Bardi com Martim Gonçalves (1919-1973) havia lhe aberto os olhos para a aproximação entre arquitetura e teatro, que ela radicalizou, mais tarde, trabalhando com José Celso Martinez Corrêa, no Teatro Oficina, com projeto de sua autoria [5-6]. Zeuler de Lima, adaptado de seu ensaio 'Reiventando o vazio' publicado em ‘O MASP de Lina’ [7]. 1-2. Anfiteatro montado na galeria central do segundo subsolo do museu, 1970 3. Cartaz do encontro de psicodrama no MASP, 1970 4-5. Teatro Oficina, São Paulo, acervo @oficinauzynauzona 6. 'O MASP de Lina' @adrianopedrosa @guilhermegiufrida (orgs.), 348p., 2019, à venda em masploja.org.br #masptbt #linabobardi

2K 47

2 days ago

novas leituras Em ‘E as vísceras mergulham num profundo mar azul’, pintura do acervo @masp, Anna Bella Geiger nos relembra de que somos híbridos. A obra, embora nos permita sonhar em um profundo mar azul—que, pela técnica da gravura, também nos proporciona observar seu reflexo, um céu estrelado—, nos lembra de que o sonho é visceral, matéria intrincada das entranhas humanas. De maneira híbrida e espelhada, as vísceras são primitivas mas humanas; e o mar, embora translúcido, é obscuro e poderoso em suas profundezas. Geiger a produziu num contexto efervescente da política brasileira, que, juntamente com um grupo de artistas do Rio de Janeiro, buscava alternativas eloquentes, por vezes formais, à repressão da Ditadura Militar no Brasil. Conectando-se com suas reflexões sobre um decolonialismo e as dinâmicas entre as artes local e global que se perpetuam em toda sua trajetória, Geiger nos apresenta um Atlântico que nos une e nos afasta, além das duras e viscerais trocas que aconteceram na formação da sociedade brasileira. O azul transatlântico e a carne viva, assim como utilizado retoricamente por Adriana Varejão [3], nos questionam sobre a dualidade das coisas—o preto e o branco, o bem e o mal, o ‘nativo’ e o ‘alienígena’, o indivíduo e o todo—e nos apresenta a complexidade, ora desconcertante, ora acolhedora. Além da imagem gravada, seu título ainda é um poema: a palavra é indissociável da obra da artista. Somos banhados pelo mesmo mar. Temos as mesmas entranhas. Podemos sonhar com a liberdade e o infinito em meio ao caos visceral. @mateuscn é doutorando em História da Arte pela Universidade de Lisboa Anna Bella Geiger (Rio de Janeiro, 1933) 1-2. ‘E as vísceras mergulham num profundo mar azul’, 1968, acervo @masp 3. Adriana Varejão, ‘Língua com padrão sinuoso’, 1998 4. ‘Anna Bella Geiger: Brasil nativo/Brasil Alienígena’, @adrianopedrosa @tomastoledo (orgs.), 288p, MASP/Edições SESC, 2019, à venda via masploja.com.br (link na bio) #maspacervo #annabellageiger